Bolívia: Isla del Sol

Diz a lenda que foi na Isla del Sol que começou o Império Inca…

Dando continuidade ao que comecei a contar no post sobre Copacabana, eu queria muito ir na Isla del Sol, ilha sagrada dos Incas. Já adianto que meu relato não vai ser muito rico ou animado porque eu estava recebendo notícias pessoais muito ruins do Brasil e acabei curtindo muito pouco a ilha por causa disso, mas a maioria das pessoas adora, algumas até preferiram a ilha ao Salar de Uyuni. Acho bom falar isso porque eu não amei a ilha, gostei de ter ido, mas só voltaria com amigos ou família, sozinha não mais.

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Bolívia: Copacabana

Minha passagem por Copacabana foi bem breve por causa da infecção alimentar que tive. Além disso, eu estava em um péssimo momento da vida quando fui pra lá e pra Isla del Sol, algumas notícias ruins estavam chegando do Brasil, e não vou ser a pessoa mais empolgada para falar desses lugares. De qualquer forma, Copacabana é uma cidade muito lindinha, voltaria para lá, mas com companhia. Ela é muito pequenininha e parada, então é meio chato de ficar sozinha. Mas vamos do começo…

Chegando em Copacabana de La Paz

Chegar em Copacabana vindo de La Paz é bem fácil. Saem vários ônibus tanto do terminal de ônibus quanto do cemitério. Do cemitério saem ônibus de meia em meia hora de manhã, pelo que fui informada, mas meu hostel ficava bem perto do terminal de ônibus, então fui para lá. Acordei, tomei café e saí do meu hostel às 8h da manhã, cheguei no terminal de ônibus às 8h20 esperando pegar o ônibus das 8h30.

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Bolívia: chip e internet

Uma das minhas principais preocupações quando vou viajar é internet, principalmente 3G/4G. Além de motivos óbvios, tipo falar coma  família e atualizar redes sociais, eu me sinto muito perdida nos lugares sem internet porque sou muito ruim com mapas e gosto de ter possibilidades. Principalmente na Bolívia, que seria minha primeira viagem sozinha, eu estava tensa nesse quesito. Fui passar dois meses por lá, sendo um mês e meio morando em Santa Cruz de la Sierra fazendo trabalho voluntário. Eu morei na casa de uma família e eles que me ajudaram com tudo.

Primeiro ponto: não é fácil achar redes Wi-Fi, principalmente abertas, na Bolívia. Não conte que você entrará num restaurante e terá Wi-Fi porque nem na casa em que eu morava tinha. Assim, era uma necessidade para mim e para minha mãe aqui no Brasil eu ter um chip com dados móveis.

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