Viena: estações de metrô para os principais pontos turísticos

Esse tipo de post sempre é útil para mim, espero que para vocês também. Saiba em qual estação de metrô saltar para visitar os principais pontos de interessa na cidade de Viena, na Áustria. Essas são apenas sugestões, procurem a melhor forma de chegar do seu hotel.

Schönbrunn: estação Schönbrunn (linha U4).
Belvedere: estação Karlsplatz (linhas U1, U2 e U4). Nesse caso, recomendo usar o tram porque a estação é meio longe do Belvedere.
Museu da Sissi: estação Museums Quartier (linha U2). Será necessário atravessar a rua e andar um pouquinho.
MuseumsQuartier: estação Museums Quartier (linha U2).
Stephansplatz: estação Stephansplatz (linhas U1 e U3).
Naschmarkt: estação Kettenberg (linha U4).
Ópera: estação Stephansplatz (linhas U1 e U3).
Mariahilfer StraBe: estações  MuseumQuartier (U2), Neubaug (U3) e Zieglerg (U3).
MAK: estação Stubentor (linha U3).
Donaukanal: estação Schwednpl. (linhas U1 e U4).

Aproveitem!

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Viena: transporte

Os principais transportes de Viena, na Áustria, são o metrô e os trams, apesar de achar que o mais eficaz são as pernas mesmo. Para acessar os dois primeiros sem perigo de ser multado, é preciso comprar os tickets nas maquininhas vermelhas fora dos trams e antes das escadas rolantes do metrô. É possível comprar dentro dos trams, mas apenas com moedas.

O bilhete de uma viagem unitária custa €2,20, mas é possível baratear esse preço, caso a opção seja usar sempre o transporte público, comprando os tickets que garantem 24/48/72h de transporte ilimitado (€6,70/€11,70/€14,50, respectivamente). Em todos os casos, é preciso validar os bilhetes fora dos metrô e fora ou dentro dos trams.

Segue abaixo um passo a passo de como comprar os tickets citados:

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Viena: chegando e visão geral

Cheguei de ônibus vindo de Bratislava, comprei na hora e foi €5 a passagem pela Slovakia Lines, empresa parceira da Eurolines na Eslováquia, só tem ela na rodoviária, não tem como errar, haha. A viagem é curtinha, dura mais ou menos 1:20 sem grandes emoções, os ônibus saem de hora em hora redonda (13h, 14h, 15h…). A estação de Vienna em que esse ônibus para é a Haptbanhof (HBF), ou alguma coisa assim e é só andar para a estação de trem com o mesmo nome para achar restaurantes, informação ao turista (ótima, aliás), e banheiro. De lá sai também um metrô e algumas linhas de tram.

Viena é uma cidade bonita, muito aristocrática, tudo nela reluz, é amplo, me lembrou um pouco Paris. E também é uma cidade cara, muito cara, paga mais de €10 pra entrar em tudo (exceto crianças) e deixei de fazer algumas coisas por isso.

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Bratislava: visão geral, comida, hostel e dicas

Quando estava pesquisando para montar o roteiro desse mochilão, vi várias recomendações para ir para Bratislava, na Eslováquia, como um bate-volta de Viena. Decidi ir pra lá depois de Praga e ficar uma noite. A parte do ficar uma noite foi uma ótima decisão, mas acho que pode ser a partir de Viena também, achei meu roteiro meio maluco no final das contas.

Bratislava é uma cidade pequenininha e fofa. Cheguei de ônibus e o primeiro desafio foi sair da rodoviária, pois ninguém fala inglês. Comecei a perguntar pra todo mundo sobre o “city center” (centro da cidade) e um senhor, na base da mímica, me disse para seguir reto, passar por um cruzamento e continuar reto. Foi o que fiz e deu certo, em uns 20min estava no centro histórico procurando o centro de informação ao turista que as placas apontavam. Sem sucesso, roubei o WiFi de um restaurante e descobri que já tinha passado do hostel. Enfim, deu tudo certo no final.

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Se chegar de manhã na cidade, recomendo já fazer o Free Walking Tour, que sai às 11 e 14h da praça Hoo…, o idioma é o inglês. Minha guia foi a Daniela e ela deu muitas informações legais, demora cerca de 2:30 e ela falou dos pontos turísticos, das tradições estranhas, acontecimentos históricos e período do comunismo.

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Berlim: chip de celular

Como ficaria alguns dias em Berlim, decidi comprar um chip para ter interner no celular. Se você quiser fazer a mesma coisa, é bem fácil. Na Alexanderplatz, tem uma loja da Saturn, de eletrônicos, numa esquina. Ela é gigante, é impossível não notar. Subindo as escadas, tem um balcão de informação que atende em inglês, mas se quiser ir direto nos chips, é só seguir reto até uma parede com diversas opções. Os vendedores te explicam tudo (em inglês) e mostram o chip que mais se adequa ao que você quer. Acabei ficando com um da Vodafone com 750MB de internet e não sei quantos minutos em ligação por €15. Recomendo, me serviu bem. As melhores empresas na Alemanha são a Vodafone e a 02, então recomendo os chips de uma dessas duas.

Quando você decidir levar, o vendedor vai pedir seu passaporte (esteja com ele) e o endereço de onde você está ficando. Acho que eles cadastram no sistema com quem está aquele chip, por medidas de segurança. Depois disso, é só pagar, inserir no celular, esperar 30min e reiniciar o aparelho, que provavelmente pedirá um PIN. Esse PIN vai estar no folhetinho verde do chip, tem que raspar (no caso de ser da Vodafone). Prontinho!

Berlim: transporte

O transporte em Berlim é ótimo! O mapa do metro não é tão limpo quanto o de Londres porque também mostra as linhas de tram, que são muito importantes para a cidade, mas depois de um dia já dá pra entender tranquilamente.

Assim como o transporte das principais capitais europeias, o de Berlim funciona com zonas, sendo a zona A o centro e a C a parte mais externa da cidade, onde fica o aeroporto, talvez a única razão que você vai ter para ir na zona C. Nesse dia, você precisará comprar um bilhete (single — unitário — ou day ticket — de dia todo) para as zonas A, B e C, nos outros dias só para as zonas A e B, aí fica um pouquinho mais barato.

Os preços são esses:
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Berlim: City Hostel Berlin

O hostel que escolhi ficar em Berlim foi o City Hostel, foi barato, €63 por 5 noites. Não sabia se fazia um post sobre ele ou não porque não sei se recomendo, digamos que dou nota 6. A localização dele é perfeita, a 50m da estação de Mohrenstr., linha U2. Fica perto de mercados, farmácia, do shopping Mall of Berlin, dá pra ir andando pra Podsdamer Platz e pro Portão de Brandenburgo, além de o metrô ser direto para a rodoviária.

O hostel é grande, tem máquinas de bebida e comidinhas (passei a valorizar isso depois que tive que andar quase 500m pra comprar uma garrafa d’água num domingo em Gent), sala de jogos e um lounge. O sinal do WiFi não pega tão bem na recepção, não pega nada no quarto, sorte que lá eu tinha 3g (terá post sobre). Sobre o quarto em si, era grande, tinha locker, mas não dava pra fechar com cadeado, não entendi a função dele até agora. A cama era daqueles ferros bem vagabundos e o colchão era ruim, tive que tomar 2 Dorflex um dia pra conseguir levantar. O box era grande, mas a área para se vestir era minúscula e um cara chegou a alagar o quarto num nível que quase alagou minha mochila, mas acho que foi porque o idiota não fechou a cortina mesmo.

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