Quando começo a planejar uma viagem, dificilmente planejo os dias. Prefiro fazer três listas: atrações turísticas (o que não dá pra deixar de fazer estando em cidade x), atrações alternativas (o que eu gostaria de fazer na cidade x, geralmente ligado à arte de um modo geral) e o que comer. Vou contar mais sobre minha organização pré-viagem em um post específico, mas como esse é o primeiro post nesse estilo no blog, achei melhor explicar isso. (Lembrando que a parte de atrações alternativas é muito mais ligada a minha personalidade e ao meu gosto, pode não ter graça nenhuma pra você.)
ATRAÇÕES TURÍSTICAS
Portão de Brandenburgo (Brandenburger Tor)

Acreditem, foi difícil tirar essa foto. Consegui esse ângulo depois de horas! Fica lotado!
Acho que esse é o cartão-postal mais famoso de Berlim. Ele foi idealizado por um rei da Prússia para que representasse a paz e construído entre 1788 e 1791 inspirado na Acrópole, em Atenas, Grécia. Muito danificado durante a Segunda Guerra Mundial, o portão foi restaurado no início dos anos 2000.
Localizado no bairro de Mitte, ele fica na Praça Parisier, a melhor referência que consigo dar é a avenida Ebertstraße, é grandona e andar por ela é uma ótima ideia: liga a Potzdamer Platz com o Portão de Brandenburgo, passando pelo Monumento às vítimas do Holocausto.
Melhor estação de metrô: S+U-Brandenburger Tor
Quando decidi meu roteiro e soube que passaria por Berlim, pedi dicas de livros sobre o Muro de Berlim no meu Facebook. Esse livro foi dica de dois amigos e agora é minha para vocês. O livro fala da queda do Muro de Berlim, óbvio, mas vai além, comentando muitas outras coisas que aconteceram no ano de 1989 no Leste Europeu e ajudaram no fim da Guerra Fria. O autor, Michael Meyer, era jornalista da Newsweek nessa época e viu tudo acontecer de perto. Eu nem sonhava com a importância da Hungria, Polônia e Praga no processo e foi muito legal passar por esses lugares já tendo essa consciência. O livro é interessante demais e a leitura não é das mais lentas, apesar de tanta informação ter me feito deixar ele de lado de tempos em tempos. Vale a pena! :)


